sexta-feira, 24 de junho de 2016

NOTÍCIAS DE AMIEIRA DO TEJO MUDAM DE LOCAL

PODE COLABORAR CONNOSCO ENVIANDO NOTÍCIAS, FOTOS; CARTAZES DE INICIATIVAS,PARA O EMAIL »» jornaldenisa@gmail.com
Desde já agradecemos a sua colaboração.

domingo, 26 de outubro de 2014

Artesanato nisense inspira abertura de espaço em Lisboa




Inspirado na Herdade das Jans, localizada em Amieira do Tejo, concelho de Nisa, na margem esquerda do Rio Tejo, a estilista Isilda Pelicano inaugurou, no passado dia 16 de outubro, em Lisboa o espaço Jans cujo conceito incide no artesanato nisense.
 Com a presença da Presidente e do Vice-presidente da Câmara Municipal de Nisa e do Reitor do IADE – Creative University, foi inaugurado, na Rua da Rosa nº 212, em Lisboa, o espaço Jans concept cujo projeto abrange várias vertentes: JANS studio contemporay craft que constitui a criação de peças em cortiça, cerâmica e têxteis, de design contemporâneo inspiradas em técnicas artesanais sendo as restantes áreas de negócio a implementar faseadamente a JANS gourmet, JANS Nature e a JANS Country House & Nature.
Para dar sequência ao projeto, a marca JANS desenvolveu protocolos com o IADE- Creative University e com a Câmara Municipal de Nisa (Museu do Bordado e do Barro), estabelecendo um diálogo criativo entre as artesãs nisenses e aquela escola de design nacional com objetivos assentes, a longo prazo, no campo da investigação, desenvolvimento e inovação, pretendendo estabelecer mecanismos de cooperação que tornem possível a participação conjunta em projetos, explorando novas ideias e criando soluções inovadoras no que respeita ao trabalho desenvolvido pelos artesãos de Nisa, potenciando a ligação institucional que vise a divulgação deste património imaterial representativo das gentes de Nisa, aplicado a uma realidade aberta a novos desafios no que respeita à continuidade do artesanato nisense.
Naquele espaço há peças com aplicações em feltro (arte típica de Nisa) e que constituem uma das mais antigas formas de bordar, mas também peças em cortiça e em cerâmica, criadas por artistas convidados, consagrados ou emergentes, e que contribuem para a criação de coleções que recriam a tradição do concelho de Nisa.

quinta-feira, 23 de outubro de 2014

NISA - Um ano de Mandato: O Silêncio é (quase) de ouro!

 AUTARQUIAS DE NISA: 1 ANO DE MANDATO
Completou-se no passado sábado, dia 18 de Outubro, um ano de mandato autárquico no concelho de Nisa. Quisemos assinalar a data e “tomar o pulso” às diversas sensibilidades políticas existentes tanto na Câmara como na Assembleia Municipal e nas Juntas de Freguesia, julgando poder contribuir para o debate político-autárquico e para tal elaborámos três questionários (um para cada órgão autárquico), com perguntas simples e abertas, que, pensámos, não constituiriam nenhum quebra-cabeças para os detentores dos cargos a quem as endereçámos: presidente da Câmara, vereador Vítor Martins (CDU), vereador José Semedo (PSD), eleito na AM, Amílcar Zacarias (MIMexer com Nisa) e presidentes das sete juntas de freguesia do concelho.
Onze destinatários e eleitos do povo que, à excepção de uma Junta de Freguesia (a União das Freguesias de Arez e Amieira do Tejo) não quiseram responder, situação que aceito e respeito, lamentando, apenas, que os visitantes do “Portal de Nisa” não tenham oportunidade de ouvir de viva e livre voz, os responsáveis autárquicos, a diversos níveis, do território que habitamos e ajudamos a sustentar com os nossos impostos.

Agradeço ao executivo da União das Juntas de Freguesia de Arez e Amieira do Tejo, a disponibilidade e o respeito demonstrado tanto pelo responsável deste blog como pelos eleitores e fregueses da sua área de administração.
Aos restantes, resta-me pedir-lhes desculpa por ter incomodado o justo e reparador descanso de Sªs Exªas.
Mário Mendes
PERGUNTAS AOS PRESIDENTES DE JUNTA DE FREGUESIA
Exmo Senhor/a Presidente da Junta de Freguesia
Estando a completar-se um ano de mandato (apontando a data de 18 de Outubro como a da posse dos órgãos autárquicos do concelho) e para a elaboração de um trabalho sobre o poder local no município de Nisa, agradecemos a sua colaboração, respondendo às perguntas que por este meio (e-mail) lhe enviamos, solicitando que as respostas nos sejam enviadas até ao final de 17 de Outubro.
1 – Que balanço (análise) faz deste primeiro ano de mandato?
2 – Quais as principais carências/problemas que detectou na sua freguesia e como pensa resolvê-las?
3 – Qual o seu maior/principal objectivo e quais as prioridades enquanto presidente da Junta?
4 – Que medidas são necessárias para o desenvolvimento do concelho e a consequente implementação de uma melhor qualidade de vida?
5 – Quais as expectativas que tem em relação ao trabalho do executivo municipal e as formas de cooperação entre as Juntas de Freguesia e a Câmara?
 União das Freguesias de Arez e Amieira do Tejo respondeu:
Vem o executivo desta União de freguesias enviar as respostas ás perguntas que nos foram enviadas:
1 - Balanço e análise sobre o primeiro mandato deste executivo: tendo em conta a situação actual do País, é por nós considerado positivo. Contudo, pensamos ser pergunta a colocar aos fregueses que servimos.
Brevemente, será emitido comunicado sobre a actividade do primeiro mandato.
2 - Quais as carências: Umas das principais, reflecte-se na herança do ex-executivo em Amieira do Tejo. Saldo praticamente negativo, com dívidas à mistura. Todavia, os objectivos que traçamos, dentro das possibilidades existentes, estão a ser cumpridos.
3 - Os principais objectivos: Em primeiro lugar; servir todos em iguais circunstancias sem excepção. Segundo; rigor, honestidade no desempenho da função. Prioridades: Baseiam-se no cumprimento do Plano de actividades e orçamento anual. outras situações vão surgindo dia após dia, que são tidas também com consideração.
4 - O desenvolvimento do Concelho faz-se com a criação de Empresas que possam gerar emprego, creio que nos últimos anos a politica de emprego adoptada no concelho foi nefasta para iniciativa do sector privado. Não sendo aproveitadas as oportunidades surgidas.
5 - As expectativas em relação ao trabalho do executivo municipal neste primeiro ano de mandato, dado a situação actual do município em termos económicos que é de todos conhecido, no essencial, têm sido cumpridos os protocolos existentes entre ambas as autarquias o que significa o bom relacionamento e cooperação.
Com os melhores cumprimentos
O executivo da União de Freguesia de Arez e Amieira do Tejo

terça-feira, 13 de maio de 2014

TUDE DE SOUSA: A Serra do Gerez

Tude Martins de Sousa (Amieira do Tejo, Nisa, 17 de Janeiro de 1874 — Amadora, 16 de Julho de 1951) foi um dos maiores defensores e divulgadores da Serra do Gerês e da vida comunitária naquele espaço do território português. No Dia Mundial da Floresta ( não do eucalipto) reproduzimos um texto deste nosso conterrâneo, escrito em 1908.
Ao norte de Portugal, com ramificações para as províncias do Minho e Trás-os-Montes e fazendo em extenso percurso a linha que nos extrema da Galiza, está a Serra do Gerez, a que, por direito indiscutível, cabe, entre as montanhas do Paíz, um lugar primacial.
Abraçada pelo Lima, que corre de Espanha, entrando por Lindoso, e o Cávado que nela nasce, com filiações de origem comum nos montes de Larouco, banhando logo terras de Montalegre, tem por outros lados as povoações de Vilar da Veiga, Rio Caldo, Covide, S. João do Campo e outras mais a fechar perímetro, adentro do qual é ainda à Cordilheira do Gerez que pertence a série dos seus montes.
Notabilíssima como é, sob variadíssimos aspectos, é certo também que, conquanto conhecida de longas eras, não tem sido bastante percorrida nem trazida para a luz da publicidade que merece, a Serra do Gerez.
Em remotas eras, ou mesmo em mais próximas épocas, poderiam estacar ou retrair-se o interesse científico ou a simples curiosidade desportiva e de excursão, pela fama pouco convidativa e pouco crível, aliás, da existência de embaraços para afugentar os mais decididos, desde a presença do urso, de que se diz ter siso aqui morto o último em 1650, até à das neves eternas, por que ainda ninguém deu.
Apesar disso, em torno destas montanhas formou-se sempre uma tradição de encantos e riquezas naturais, que a tem vindo acompanhando e se conserva ainda, nos domínios de lendas pouco prováveis umas, e de realidades bem justificadas e bem mantidas, outras.
Os antigos diziam-na povoada de ricos depósitos de pedras e minerais valiosos, desde o ouro ao puro cristal de rocha, o que, se não é abundantemente certo, é até certo ponto verdadeiro, porque na Serra se encontram pedras apreciadas pelas suas formas e colorido, destacando-se alguns formosos cristais de quartzo e de feldspato, e havendo em Pitões o ferro magnífico; se outros elementos dignos de exploração nela existirem, como não repugna crer, ao futuro pertence mostrá-los na simples revelação de um caso ou propositada pesquisa de qualquer bem indicada probabilidade.
Já Link, o célebre naturalista que, de 1797 a 1799, excursionou em Portugal em explorações e estudos científicos, dizia que estes sítios seria visitados por gosto por todos quantos apreciassem as delícias de um bom clima e de uma formosa região; na passagem do Lima, vizinho da Serra do Gerez, as legiões romanas recusaram-se a prosseguir caminho, dando ao rio o nome de Lethes (esquecimento), e aos rios Homem e Cávado, no Gerez nascidos, o mesmo Link diz que se poderia adaptar o dito, pelo encanto que eles oferecem, fazendo esquecer as matas da Alemanha e da Inglaterra.
De facto, desde séculos que a fama das suas florestas ocupava nas tradições da riqueza lenhosa das nossas matas de formação e criação espontâneas um primacial e indiscutível lugar, afirmando-se que as suas madeiras indígenas eram de contextura e resistência por forma notáveis a tornarem-se aptas aos usos náuticos e outros, em construções de responsabilidade.
Assim, “o decantado galeão Santa Tereza” que acabou abrasado na batalha naval junto às Dunas, entre espanhóis e holandeses, foi fabricado com madeiras destas árvores.
Admirado da fortaleza desta madeira, que cuspia para fora as balas dos inimigos, escreveu o seu comandante a Filipe IV que as montanhas do Gerez deviam ter-se em grande estimação, pois produziam madeirame mais rijo e precisos que Bampache, Brasil, Índia, etc.
Tal conselho, porém, não foi ouvido, tornando-se, com o tempo, o Gerez florestal um valor desconhecido ou pouco apreciado, e a Serra, constituindo largas superfícies de baldios municipais, no usufruto de pequenas povoações vizinhas que, por seguirem um regime mais pastoril do que agrícola, entregavam ao fogo o revestimento herbáceo, queimando os matos, com sacrifício do arvoredo e destruindo este sem critério para o aproveitarem nos seus usos e negócios.

Tude de Sousa – Agosto de 1908

domingo, 11 de maio de 2014

Criaturas Mágicas: A Moura da Amieira do Tejo

Os guardas do castelo de Amieira do Tejo garantem que uma moura que distribuia ouro ao povo aparecia junto às muralhas.
A jornalista Vanessa Fidalgo foi desvendar este mistério que integra o livro da sua autoria 'Seres Mágicos de Portugal'. O livro será lançado esta sexta-feira. A CMTV está a emitir durante esta semana uma série de reportagens que lhe dão a conhecer os seres mágicos que habitam em Portugal.

quinta-feira, 26 de dezembro de 2013

Amieira, do Prior do Crato - Quadras populares

Amieira, do Prior do Crato
Tem um castelo altaneiro
E o Calvário, bem antigo
Lá no monte, cimeiro.
(Cristina Santos)

Amieira, do Prior do Crato
Tem um castelo altaneiro
Tem o Calvário lá no alto
E um povo hospitaleiro.
(Jorge Pires)

Amieira, do Prior do Crato
Tem um castelo altaneiro
Tem bom vinho, boa vinha
Este povo “azeiteiro”.
(Flor campestre)

Amieira, do Prior do Crato
Tem um castelo altaneiro
Casas humildes, com trato
Abençoado canteiro.
(Isabel Maria)

Amieira, do Prior do Crato
Tem um castelo altaneiro
Ali viveu Nun´Álvares
O mais famoso guerreiro.
(Jorge Pires)

 Amieira, do Prior do Crato
Tem um castelo altaneiro
Tem uma capela linda
Igual não há no mundo inteiro
(Jorge Pires)

terça-feira, 29 de outubro de 2013

AUTÁRQUICAS 2013: Resultados e eleitos na Freguesia


Realizaram-se no passado dia 29 de Setembro as eleições autárquicas, com a nova configuração resultante da chamada "Reorganização Administrativa" e que no concelho de Nisa agregou as freguesias de Arez e Amieira do Tejo e também as do Espírito Santo, Nossa Senhora da Graça e S. Simão.
Na eleição da Assembleia da União das Freguesias de Arez e Amieira do Tejo verificaram-se os seguintes resultados:

Após a instalação e eleição dos órgãos de Freguesia, estes ficaram assim constituídos:
Junta de Freguesia
Presidente : Artur da Rosa Dias - PS
 Secretário: Francisco Pereira Trindade - PS
Tesoureiro: António Albino Faia Andrade Pires - PS
Assembleia de Freguesia
Presidente: Paulo José Casimiro Felíco - PS
1º Secretário: Maria Manuela Vieira Farinha - PCP/PEV - CDU
2º Secretário: Irene Valério Paulino Neto – PS
Vogais
Hélder Rogério Cardoso Dias - PCP/PEV - CDU
José Augusto Marques - PS
Marco Rodolfo Oliva Barreto - PCP/PEV - CDU
Sónia Alexandre Vieira Farinha – PS

domingo, 14 de abril de 2013

TRADIÇÕES DE AMIEIRA (1)


A quinta Feira da Espiga
A excitação começava na véspera. Havia sempre alguém entre a mocidade, que ida dar uma vista de olhos pelos eucaliptais, para escolher o pau, que no seu entender melhor servia para pôr de pé, na Praça Nuno Álvares. A seguir, juntavam-se (sempre rapazes solteiros) para saber que havia de entre eles, ir a casa do lavrador, pedir o eucalipto escolhido. É claro que normalmente, esse pedido era atendido. Depois, a rapaziada voltava a reunir e a segunda etapa, constava em saber quem havia de emprestar o carro de bois, que transportaria o “gigante”, até à dita praça.
Cumpridas estas diligências, lá iam eles alegres e bem dispostos. Quando regressavam, pela madrugada fora, em grande algazarra e já munidos do essencial, começava a grande prova de força e jeito, quando ainda antes do nascer do sol, o povo se levantava, havia sempre curiosidade em saber se o mastro estava de pé, se era grosso ou delgado. Passado este grande dispêndio de energias, lá iam todos tomar banho e vestir o fato domingueiro, para irem até à capela do Senhor Salvador do Mundo, situada no campo. Havia que ir matar sardaniscas, para atirar para cima das cachopas quando estas andavam a apanhar a espiga! Isto, enquanto não chagava a hora da missa, altura em que um lavrador da terra, levava até lá o seu rebanho, para que o leite ordenhado ali mesmo, fosse distribuído gratuitamente pelos pobres.
Acabada a missa, todos se reuniam numa alegre e sã camaradagem, juntando os farnéis e todos comendo e bebendo cada qual, aquilo que lhe apetecia.
Agora, quase tudo mudou, o dia, os costumes e este ano, nem o mastro teve a sua ascensão!...
Jorge Pires – in “O Pregão” – 30/5/1994

quarta-feira, 12 de setembro de 2012

Festas de Nossa Senhora da Sanguinheira animaram Amieira

Foi nos passados dias 7, 8 e 9 de Setembro de 2012 que se realizou em Amieira do Tejo mais uma das mais bonitas festas em homenagem à Nossa Senhora da Sanguinheira. Foram muitos os que quiseram marcar presença nestas festividades, trazendo consigo o melhor de si… sorrisos, abraços, histórias e muito sentimento à mistura.
As festas decorreram como habitualmente acontece todos os anos, havendo uma ou outra novidade para surpresa de todos, como a deste ano que foi a primeira prova de resistência de motos 50 c.c., o que agradou a todos os amantes das duas rodas e não só… pois proporcionou a todos os que quiseram assistir a momentos de muita emoção, com muitas gargalhadas e adrenalina à mistura.
Tivemos também a tradicional tourada à vara larga onde os mais afoitos deram largas à sua imaginação e nos proporcionaram a nós, espectaculares e agradáveis momentos tauromáquicos. Houve ainda os tradicionais bailes que se seguiram pela noite dentro, com muita música para nos animar a alma e o coração, fazendo-nos esquecer um dos momentos em que todos nós se encontramos com toda a "crise" que por aí vai… e entre copos, danças, sorrisos e abraços lá iam convivendo cada um à sua maneira vivendo e saboreando da melhor forma e aproveitando ao máximo cada momento desta maravilhosa festa de Amieira que nos proporciona a todos encontros tão esperados entre amigos e familiares que só nesta altura se juntam para matar saudades… e como não podia deixar de acontecer, pois sendo esta a razão de toda esta festa deu-se a tão aclamada procissão em Honra de Nª Srª da Sanguinheira a padroeira de Amieira do Tejo.
Como não podia deixar de ser, os momentos vividos foram de muita emoção… entre as tristezas que cada um carrega também houve lugar para a alegria, há os momentos de encontros e também os de desencontros que o destino se encarregou de nos dar, mas o propósito ali, naquele mágico e celeste cortejo é só um… o amor, a nossa senhora, a fé que cada um tem dentro de si e o desejo de que a sua súplica seja ouvida e atendida por Nossa Sra. Da Sanguinheira.
E foi assim que tudo terminou… ao fim da tarde de Domingo debaixo de um céu que mais parecia um manto azul que cobria Amieira que todos se despedimos com o triste e saudoso adeus a Nossa Senhora da Sanguinheira deixando-a ali na sua casa (Capela de Nª Sra. Da Sanguinheira) com a promessa de regresso para o próximo ano e que assim seja para todos nós!
Um Bem-Haja a todos os que fizeram parte da organização desta Festa, bem como a todos os que nesta marcaram presença e foram muitos… sem eles nada disto seria possível, um muito obrigado a todos e que sejam cada vez mais !!!
Com a promessa de um até para o ano, cumprimentos:
Ana Paula Mendes Nunes da Conceição Horta in "Alto Alentejo" - 12/9/2012

 
 

quarta-feira, 8 de agosto de 2012

Aconteceu… Época medieval em Amieira do Tejo



Foi nos passados dias 22, 23 e 24 de Junho que em Amieira do Tejo no Castelo D´Nuno Alvares Pereira que se recriou a época medieval.
Figurantes vestidos a rigor à época abrilhantaram um cenário de verdadeiros tempos medievais. O que todos os presentes poderam assistir foi um verdadeiro cenário desses tempos primórdios há muito já passados, o que nunca é demais recriarem esses tempos que já lá vão para quem não os viveu os possa sentir na primeira pessoa.
O sitio do cenário não podia deixar de ser o mais emblemático, pois este castelo é de uma beleza única e o seu enquadramento não podia ser melhor, proporcionou a todos os que quiseram assistir, a esta recriação medieval momentos mágicos de rara beleza para a época em questão.
É de louvar iniciativas como estas para dar a conhecer uma época que foi tão importante na conquista da nossa história, Mas, palavras para quê? Quando os nossos olhos puderam vislumbrar momentos únicos.
Na própria pessoa o que posso dizer a todos os que fizeram parte deste evento tão bem elaborado a uma reconstituição à época medieval, é um grande bem-haja, os parabéns a todos vós e continuem a ter iniciativas como estas para que possam levar o bom nome da Amieira do Tejo além-fronteiras, o que tanto orgulho nos dá, e quem sabe a próxima vez não seja já para o ano.
Através dos figurantes foram recriados os ofícios da época, as vestes, as danças, o convívio entre eles, as suas vivências, conquistas, bem como outras coisas alusivas à época Medieval!
Um bem-haja a todos!
8 de Agosto de 2012
Ana Paula Mendes Nunes da Conceição Horta

sexta-feira, 8 de junho de 2012

Exposição Interpretativa e Protocolo para Gestão do Castelo

 Na próxima sexta feira, 8 de Junho, pelas 17H30, ocorrerá no Castelo de Amieira do Tejo, no concelho de Nisa, a inauguração de uma Exposição Interpretativa do Castelo e da exposição fotográfica “Vertical”, de António Alfarroba. Na ocasião, será assinado um protocolo entre a Direção Regional de Cultura do Alentejo (DRCALEN) e a Câmara Municipal de Nisa, relativo à futura gestão do Castelo.
A Exposição Interpretativa do Castelo de Amieira do Tejo pretende funcionar como um pequeno percurso interpretativo do monumento no que respeita à sua vertente militar, para que o visitante perceba como funcionava este belo exemplar gótico, que para a altura (seculo XIII) foi uma construção exemplar e arrojada. Ficamos também com a noção de que o castelo foi o grande impulsionador no desenvolvimento da povoação e da utilidade deste monumento ao longo dos tempos para as pessoas
O protocolo relativo à gestão do Castelo de Amieira do Tejo que a DRCALEN e a Câmara de Nisa vão assinar surgiu da necessidade de reformular o que foi firmado em 2009 face às obras de requalificação que a Torre de Menagem sofreu no ano passado, que a dotaram de novas condições em termos museológicos.
Este novo protocolo atribui a totalidade da receita da bilheteira ao município, introduz a necessidade de uma maior comunicação entre as duas partes no que respeita á programação cultural do monumento, elaborando-se para tal um Plano de Atividades conjunto. Nas restantes cláusulas são abordadas questões referentes á manutenção e abertura do espaço que são da responsabilidade do Município com o apoio da Junta de Freguesia de Amieira do Tejo.
É notório neste novo documento que o Município adquire mais autonomia na gestão do castelo e consequentemente mais responsabilidade, havendo também a hipótese se divulgarem produtos da terra que promovam a Amieira do Tejo e que se distingam pela sua qualidade.