sábado, 5 de janeiro de 2008

BALANÇO DO ANO DE 2007

RESÍDUOS "PÚBLICOS" EM TERRENO PRIVADO
Em Janeiro, ainda não se tinha apagado os ecos sobre a notícia da deposição de resíduos de cemitério num terreno particular, em Amieira do Tejo. Face ao silêncio da Junta, um dos eleitos na Assembleia de Freguesia, Francisco Trindade, denunciava numa Carta Aberta à População com o título “Quem cala, consente” que a autarquia (Junta) pretendia fazer crer que “não é responsável pelos factos ocorridos” e perguntava: “ será que das aldeias vizinhas vieram aqui depositar os resíduos dos seus cemitérios?”. O autarca avisava para que “não se tente sacudir “ a água do capote” quando se devem assumir responsabilidades”. A terminar a sua Carta Aberta, Francisco Trindade lembra que “em tempo útil alertei para a situação das lixeiras. Espero que as entidades investiguem os factos, com as legais consequências”. Foi há um ano, um dos casos ambientais mais badalados na comunicação social regional. Depois... o silêncio!
Não se sabe se as entidades investigaram, se houve responsabilidades atribuídas ou se, simplesmente, as legais consequências foram mandadas às malvas...
Mário Mendes

sexta-feira, 4 de janeiro de 2008