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ALPALHÃO: Festas de Verão

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OPINIÃO: Liberdade para pensar

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Já foi um território associado à liberdade de publicação e de expressão, procurado por leitores que atravessavam a fronteira para encontrar livros considerados demasiado sensíveis na China continental, mas Hong Kong sofreu nos últimos meses três ondas de prisões ligadas a livrarias independentes. Às operações de apreensão de livros, vistas como forma de sufocar a dissidência naquele centro financeiro, seguem-se anúncios de encerramento de alguns destes negócios. A caça aos livros não é um fenómeno de hoje nem um exclusivo de determinadas geografias ou regimes políticos. Dados de associações internacionais do setor apontam para um aumento da perseguição a autores e livreiros, que não pode ser dissociado do crescimento de políticas extremistas e antidemocráticas. Em 2025, a Associação Americana de Livrarias registou a tentativa de retirar mais de quatro mil títulos de bibliotecas. No último ano letivo, 6.700 livros foram proibidos em escolas dos EUA. As restrições visam sobretudo perso...

MONTALVÃO: Festas da Vila

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NISA: Concerto de Natal na Igreja do Espírito Santo

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FRONTEIRA: 24 Horas TT "Vila de Fronteira"

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MEMÓRIA DE NISA: Tumultos na Feira do Espírito Santo (1907)

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Na feira do Espírito Santo, realizada em 9 de Junho de 1907, houve desordem turbulenta entre ciganos, que deu origem a grave tumulto popular. Quando os desordeiros fugiam à fúria da multidão, uma cigana refugiou-se no quartel da Guarda Fiscal, ao tempo no Largo do Espírito Santo. O quartel foi então apedrejado e alguns populares chegaram a invadi-lo, sem que a tal pudessem obstar os dois únicos guardas que nele se encontravam. Como cabeças de motim foram presos muitos nisenses e entregues ao poder judicial. Por ser a cadeia comarcã insuficiente para contê-los, fez-se a remoção de alguns para a de Portalegre pelas seis horas da tarde de 4 de Julho. Só em 10 e 11 de Março de 1908 os julgou o Tribunal de Nisa, ao qual presidia, como Juiz, o sr. dr. Damião de Meneses, representando o Ministério Público o sr. dr.João Carlos Ribeiro de Melo. O advogado dos réus foi o sr. dr. Bernardo Lima. O escrivão do processo, sr. Aníbal Machado, foi substituído, por motivo de doença, pelo sr. António G....