domingo, 18 de novembro de 2007

Castelo de Nun´Álvares, ainda de portas encerradas

Cá estou eu mais uma vez, visto não ser a primeira, para mostrar a minha profunda indignação e tristeza em relação ao castelo de Amieira do Tejo ainda se encontrar encerrado. Pois é...
Soube há dias atrás, através de fonte residente em Amieira de tal facto, que eu já julgava estar resolvido, mas não!
A verdade é que o castelo se encontra de portas fechadas aos visitantes que se dirigem até ele para o visitarem, mas, infelizmente, batem como o nariz na porta.
Quem pergunta e se informa do “porquê” do castelo se encontrar encerrado não é esclarecido, mas tem a sorte de ser encaminhado ao posto de turismo a fim de concretizarem o seu objectivo. Mas, outros tantos ficam-se pelo caminho...
Aos visitantes mais contidos e envergonhados, que se remetem ao silêncio e não se informam apenas resta a desilusão e tempo perdido, simplesmente dão de caras com uma enorme porta fechada.
Ao que parece, a senhora que trabalha no centro de turismo possui a chave do castelo, estando autorizada a abrir as portas do mesmo, não sendo obrigada a fazê-lo, mas, possuidora de enorme boa vontade, amavelmente se disponibiliza a abrir as portas do castelo, a quem o pretende visitar, embora apenas possam entrar até ao pátio, para poderem ver um pouco mais do que vêem do lado de fora.
Mas, se assim é e se assim tem de ser, a entidade responsável devia colocar uma informação na porta do castelo, informando os visitantes aonde se podem dirigir a fim de poderem visitá-lo, tanto mais que há disponibilidade para abrir as portas do monumento.
Chamo a atenção de quem de direito, de que está na altura de nós, cidadãos, sermos informados sobre as razões por que o castelo está encerrado. Temos esse direito e alguém tem o dever de nos informar.
Não deveria ter o castelo, alguém, permanente, para uma melhor recepção e acompanhamento a quem ali se dirige para o visitar, como outrora já teve?
Com o castelo de portas encerradas não se contam histórias, não se aprende, não se divulgam as nossas terras, as nossas gentes. Nada, nem ninguém evolui!...
Despeço-me, confiante de que irá ser tomada a atitude certa e aproveito para deixar um grande bem-haja à senhora que trabalha no centro de turismo, em nome de todos os amieirenses residentes e ausentes. O meu muito Obrigado.
Ana Paula Horta